Linha da Vida

   1931-1940

1931

Viaja periodicamente para o Rio de Janeiro afim de frequentar o curso particular de violino da professora Paulina d’Ambrosio.

Conhece Ronaldo Lupo que o apresenta a Saint-Clair Senna, flautista e compositor, de cujas obras faz seus primeiros arranjos gravados por Gastão Formenti.

1932

Primeiro lugar na prova de admissão ao curso de violino no Instituto Nacional de Música do Rio de Janeiro, atual Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde prossegue seus estudos com Paulina d’Ambrósio e inicia o curso de harmonia elementar com Arnaud Gouvêa e conjunto de câmara com Orlando Frederico.

1933

Inicia seu trabalho como violinista tocando em bailes e igrejas.

1934

Fixa residência no Rio de Janeiro, onde trabalha substituindo músicos em restaurantes, bailes e gafieiras. Suas oportunidades se ampliam devido a sua capacidade de executar qualquer música sem precisar ler a partitura, condição essencial para o exercício profissional nas casas mais populares.

Gradua-se em violino na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

1935

Chamado para substituir um violinista “no aristocrático Café Belas-Artes”, consegue novo emprego e volta aos estudos musicais que abandonara.

Inicia o curso de Conjunto de Câmera na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

1936

Desde o início deste ano até meados de 1938, prossegue seus estudos de violino no curso particular de Paulina d’Ambrósio.

1938

Escreve os primeiros arranjos que foram gravados pela gravadora Odeon.

Estuda harmonia com Newton Pádua pelo período de cinco meses.

Sofre forte influência pelas idéias contidas no livro “Ensaio sobre a música brasileira”, de Mário de Andrade.

1939

Toca na Rádio Clube do Brasil, na orquestra de Vicente Paiva que o indica para trabalhar como violinista na orquestra do Cassino Icarai.     

Toma aulas de violão com Dilermando Reis, com a intenção de acompanhar a cantora Odete Pinajé, por quem estava apaixonado.

“No final da década de 1930 [...] abandonei o violino por 20 anos. Depois de 20 anos senti necessidade de tocar, ao mesmo tempo senti necessidade de lutar pela vida, recomeçar nesse setor. Então, depois de um preparo mais ou menos de um ano, entrei para a Orquestra Sinfônica Nacional” (Guerra-Peixe).

1940

Reinicia os estudos de harmonia e começa os de contraponto com Newton Pádua, no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro.

Trabalha na Companhia Teatral Alda Garrido no Teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro, e em outras cidades.

Foto oferecida por Guerra-Peixe ao irmão Antônio. Rua Souza Franco, Petrópolis, Rio de Janeiro, 1931.

Com Paulina d’Ambrosio (ao centro)



Rua Souza Franco, Petrópolis, Rio de Janeiro, 1934.


Rio de Janeiro, 1935.


“Para os “velhos” uma recordação de César Guerra-Peixe”. Rio de Janeiro, 14 de abril de 1935. Fotógrafo Geraldo.




Rio de Janeiro, 1936.

 

 

  

Foto no Cassino Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro, 1940.

 


   1931-1940